Chega um corpo
De cansaço
À íntima morada.
Já não há mais espaço
De alma
Dessas ruas vazias.
Dessas almas vazias
Que lá se perdem
De madrugadas.
A minha foge
Para se esvaziar.
Reganhar algo do sonho
Ou da congeminação
Dos astros.
É amanhã que tudo muda.
De manhã faço uma muda
Como de roupa
Mas na alma.
Amanha descubro a calma.
Amanhã ou nada.
VAz Dias
#palavradejorge
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