quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Amor, Dá-me a mão!

Eu não acredito no amor.
Tu sabes amor!
Acredito na carne
e na revolta dos corpos.
Na doce e bela dor
do prazer em que o meu corpo
se contorce.
O teu.
Os nossos
em orgia dos sentidos.
Dá-me a tua mão!
Repousa na minha
e sente o ímpeto do meu coração.
Eu sinto do teu sexo
o impulso do teu.
Batemos em uníssono,
batimentos precisos...
bate forte, não bate?
Segura-me vou desmaiar
desta condição...
Amor, segura-me que desvaneço!
Amor
Dá-me a mão!

VAz Dias


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