Ela sempre me cativou.
Não sei se por saber
que a nunca teria,
se pela sua gestão cuidada
dos tempos, intervalos
ou só remetida a tratar
da sua própria vida.
Ela era da mais fina flor.
Uma química,
uma energia,
a cinesia que fazia o meu corpo
ir ao seu encontro.
A imaginação desse encontro.
A doce dor
de orgasmos,
de um cardápio de prazeres
a lhe oferecer.
Felina de prazer e
ornamento poético.
Elegância da frase a compor
ela era,
por direito próprio,
a minha e mais ainda sua própria
felina flor!
VAz Dias
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