Buscamos em repetição,
refazer ainda melhor
o que não sabíamos dantes
sobre amor.
Descobrimos que não aprendemos
grande coisa dumas relações para outras.
Que as pessoas são diferentes
e que nós também somos diferentes
depois do "depois".
Deste turbilhão existe uma probabilidade
de duas pessoas se afeiçoarem.
De com outra e outra mais, alguém se emparelhar.
E se não?
E se encontramos novas formas?
Saímos do casulo do conforto,
da formatação da sociedade
e a educação.
E a experiência.
E a mutação.
Amamos como?
E se amarmos mais do que a parelha?
Seremos apelidados de loucos.
Ou de incautos.
Ou de insatisfeitos com um "alguém".
É pouco!
(complicado? desafiante? trabalhoso?)
Que seja!
O amor é busca.
É a louca conquista que cada um
descobre na outra,
naquela ou nesta
pessoa que somos agora nós.
Amar assim,
pode levar à solidão,
pela incompreensão.
E amaramo-nos?
Porque não?
Darmos ao mundo a nossa solidão
e o fruto do nosso tempo
pausado e a contento.
Sejamos a metamorfose de nós próprios
e do que podemos ser de amor.
Sejamos amor! Sejamos e busquemos,
constantemente.
VAz Dias
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