Não tenho calma.
És tu que me desassossegas a alma
e eu gosto.
Aqueces de rúbio o meu rosto
e palpitas-me o coração.
Para dentro para fora!
Corre o sangue quente
sem hora de chegada.
De fora para dentro
respiro o ar calmo e fresco.
Acalmo-me. Aparente. Alto!
Não posso ser essa torrente de espasmos.
Senão rebento!
Mas quem disse que a paixão era dos calmos?
Desassossegas-me e eu gosto!
A calma deu lugar à loucura da alma e eu gosto.
Gosto de ti. Gosto!
VAz Dias
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