Confessa-me ao ouvido,
mas baixinho!
Que te lembras de mim.
Só assim. Tão somente
em ti.
Tão languidamente
me guardes
no calor
do sopro
que da tua alma
exaltes!
Não me faltes
em saudade,
para que no meu calor
eu também te guarde.
Sopra-me ao ouvido,
de mansinho.
Não te atrases!
Vaz Dias
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